Na prática, a medida define quanto cada órgão do Executivo poderá gastar mês a mês, com base na previsão de arrecadação do Estado. A regra vale para secretarias, autarquias, fundações e fundos estaduais.
Para evitar desequilÃbrio financeiro e preservar a capacidade de investimento, estimada em R$ 2,5 bilhões anuais, o governo determinou cortes em contratos, limitação de despesas com diárias, passagens, horas extras, eventos e suspensão de aquisições de bens permanentes, como veÃculos.
A Sefaz informou que o decreto segue determinação da Lei de Responsabilidade Fiscal e se trata de um documento que disciplina um ato corriqueiro de adequação da execução do orçamento à s condições do dia a dia. A norma existe para dar sustentação jurÃdica à s alterações que vierem a ser realizadas.
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