Pressionada, prefeitura promete pagar reajuste de professores em Campo Grande - AgoraNews.com.br
 
 
 
13 de Junho de 2026 -
 
12/06/2026 - 18h03
Pressionada, prefeitura promete pagar reajuste de professores em Campo Grande
Segundo o presidente da ACP, Gilvano Kunzler Bronzoni, a reivindicação principal é o pagamento da reposição de 5,4% prevista na legislação municipal do magistério
Thiago de Souza
Topmidianews/Agoranews
Prefeitura foi encurralada por professores / Repórter Top
 

Representantes de professores da Rede Municipal de Ensino se reuniram com a prefeita Adriane Lopes (PP), logo após ato em frente à Prefeitura, no final da manhã desta sexta-feira (12), em Campo Grande.

Sindicato que representa a categoria detalha que a gestão prometeu manter compromisso de pagar reajuste de 5,4% referente à Lei do Piso 20h. 

O presidente do Sindicato Campo-grandense dos Profissionais da Educação Pública, a ACP, Professor Gilvano Bronzoni comentou que ele e demais membros da entidade saíram da reunião com a garantia de que será cumprido o piso. 

Ainda segundo Bronzoni, haverá um novo encontro com a chefe do Executivo, na segunda-feira (15) para avaliar as verbas da Educação. Neste dia serão alinhados a data e a forma como será feito o pagamento. 

O ato 

Centenas de professores da Rede Municipal de Ensino realizaram uma paralisação nesta quinta-feira (12), em Campo Grande, para cobrar o cumprimento da reposição do piso salarial do magistério.

A mobilização teve concentração em frente à ACP (Associação Campo-Grandense de Professores) e seguiu em passeata até a Prefeitura.

Segundo o presidente da ACP, Gilvano Kunzler Bronzoni, a reivindicação principal é o pagamento da reposição de 5,4% prevista na legislação municipal do magistério. "Temos uma lei municipal de 20 horas que prevê para maio a reposição do piso nacional de 5,4%. Esse percentual é conhecido desde o final de janeiro. Temos procurado a prefeitura, mas ele não foi incluído na folha de pagamento", afirmou.

De acordo com o sindicato, a categoria aguardava a correção no salário pago no início de junho, referente ao mês de maio, mas o reajuste não foi aplicado. Após receber uma resposta da administração municipal, os profissionais realizaram uma assembleia na última segunda-feira (8), quando decidiram, por unanimidade, pela paralisação. 

publicidade
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
© 2013 - AgoraNews.com.br - Todos os Direitos Reservados

É expressamente proibida cópia, reprodução parcial, reprografia, fotocópia ou qualquer forma de extração de informações deste sem prévia autorização dos autores conforme legislação vigente.